Quando sugeri o título deste texto, fui contestado: covardia ou medo? A contestação é prudente, faz sentido, e por isso refaço a pergunta: o medo de aniquilação do esquizoide é tão fantasioso quanto o diagnóstico de sua condição pressupõe? Ou há também a ignorância do terapeuta e sua não percepção dessa realidade de aniquilação tão presente hoje, que faz parte da realidade constante que as redes sociais propõem ao indivíduo?